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quinta-feira, 10 de maio de 2012

(Re)inventando saberes e fazeres

Temos uma ótima notícia: os colegas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) disponibilizaram na internet o livro que eles produziram. Trata-se uma obra que reúne experiências e estratégias de ensino das áreas de Ciências Sociais, Geografia e História.  Para acessá-la basta clicar na imagem abaixo: 

Fonte: Site do PIBID UFRGS - www.ufrgs.br/pibid

Caso queira conhecer um pouco mais sobre o belo trabalho desenvolvido pelos pibidianos de Geografia da UFRGS, indicamos ainda o seguinte endereço: http://pibidgeografiaufrgs.blogspot.com.br/

domingo, 18 de março de 2012

O Quinze, Livro Trailer e outras coisas mais

A publicação "O meu nome é Severino" gerou duas contribuições: a primeira delas é da professora Conceição Gonçalves. Por meio da seção comentários ela sugeriu o livro "O Quinze", de Rachel de Queiroz. Através deste, diz a professora, é possível trabalhar a migração nordestina.

Pode-se também problematizar questões relacionadas à chamada "indústria da seca". Sobre esse assunto, Malvezzi (2007, p.9) nos lembra que "o Semi- Árido brasileiro não é apenas clima, vegetação, solo, Sol ou água. É povo, música, festa, arte, religião, política, história. É processo social. Não se pode compreendê-lo de um ângulo só." Adiante, o autor ainda menciona  que o Semi-Árido do nosso país é o mais chuvoso e populoso do planeta:  "Há déficit hídrico. Mas essa expressão não significa falta de chuva ou de água. O grande problema é que a chuva que cai é menor do que a água que evapora. [...]. Logo, o jeito de agasalhar a água de chuva é fundamental para aproveitá-la." (MALVEZZI, 2007, p.10).   Observa-se, portanto, a existência de uma gama de assuntos que podem ser visualizados através das categorias de análise geográfica

Na busca por informações sobre a obra em questão acabamos conhecendo o projeto "Livro Trailer". A ideia é apresentar trailers de livros para despertar o interesse dos educandos pela leitura.  Abaixo o Livro Trailer de "O Quinze".


Outros vídeos do projeto "Livro Trailer", desenvolvido pelo Multimeios, podem ser acessados por aqui

Ainda sobre a obra "O Quinze", há também um curta-metragem realizado pelo Núcleo de Cinema Experimental de Cachoeiras de Macacu, com estudantes do Colégio Municipal Professor Carlos Brandão. Seguem os links da Parte 1 e da Parte 2. A produção centra-se nos capítulos 10, 11 e 13. 

A também professora Fátima Franco mencionou outras duas versões para se trabalhar a obra "Morte e Vida Severina". Estas possibilidades podem ser conferidas no blog que ela administra, o "Leitura e Escrita na Escola". Trata-se de um musical exibido pela TV escola nos anos 80 e de um poema musicado por Chico Buarque.

Como já mencionamos, pode ser muito interessante trabalhar obras literárias a partir da articulação de várias disciplinas e da contribuição de recursos diversos. 

Professoras Conceição Gonçalves e Fátima Franco, muito obrigado por ampliarem as possibilidades através de suas ótimas sugestões.

Leitores, se tiverem gostado das contribuições, o crédito é todo delas. 

Abraços.

Referência:
MALVEZZI, Roberto. Semi-Árido: uma visão holística. Brasília: Confea. 2007.

Texto escrito por: Higor Mozart Geraldo Santos

segunda-feira, 12 de março de 2012

"O meu nome é Severino"

A obra Morte e Vida Severina, de João Cabral de Melo Neto, pode ser trabalhada em sala de aula a partir da contribuição entre várias disciplinas. Através da Geografia, por exemplo, pode-se problematizar o processo migratório brasileiro ou a concepção sobre o que se entende por "sertão". Agora, graças ao trabalho realizado pela Fundação Joaquim Nabuco, em parceria com a TV Escola, há mais um recurso para se abordar a saga do retirante Severino. Confira abaixo:
 

Trabalhar o livro e em sequência o vídeo pode ser uma combinação muito interessante. Para saber maiores informações sobre a versão em desenho animado, acesse o site da Fundação Joaquim Nabuco.  

Em tempo: Sueli Furlan, professora da Universidade de São Paulo (USP), em entrevista à Revista Nova Escola, afirma que existem várias obras com grandes potencialidades para serem trabalhadas do ponto de vista da Geografia Escolar. De Guimarães Rosa, ela menciona Grande Sertão: Veredas, Manuelzão e Miguilim. Outros exemplos são "Os Sertões", de Euclides da Cunha e Macunaíma e Paulicéia Desvairada de Mário de Andrade.

Atualização: 18/03/12:  O complemento dessa publicação pode ser lido aqui.

Texto escrito por: Higor Mozart Geraldo Santos.

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

A Geografia no/do cotidiano

“A experiência com a classe de geografia demonstrou que é possível fazer da sala de aula um espaço transformador, mesmo com as exigências das propostas curriculares, muitas vezes voltadas apenas para melhorar o desempenho das escolas nas avaliações oficiais do ensino.”
 
Se você quiser saber alguns dos caminhos pelos quais Sandra Castro Pereira, autora da frase acima, passou até chegar a essas considerações, basta clicar aqui.  A reportagem é do site da Agência de Notícias da USP.

Boa leitura e reflexão.

domingo, 19 de junho de 2011

O Ensino de Geografia no final do século XX

Vídeo-aula ministrada pelo professor José William Vesentini, livre docente do Departamento de Geografia da Universidade de São Paulo (USP)


Dica de: Geografia Como Possibilidade

domingo, 29 de maio de 2011

Entrevista com o Professor Rafael Sanzio

No dia do geógrafo, comemorado hoje, 29 de maio, apresentamos um pouco dos olhares e do trabalho de Rafael Sanzio, um dos representantes dessa profissão que tanto nos inspira. No vídeo abaixo ele passa por temas como cartografia, territórios quilombolas e geografia do futuro.  

 
Dica de @cantacantos  

Rafael Sanzio Araújo dos Anjos é professor Associado do Departamento de Geografia da Universidade de Brasília (UnB) e Diretor do Centro de Cartografia Aplicada e Informação Geográfica (CIGA) desta mesma Universidade.



Abraços!

terça-feira, 24 de maio de 2011

Cinzas do Vulcão Islandês 1 X 0 Barcelona



Hoje vamos falar de Geografia através de uma reportagem publicada em um site de esportes. É isso mesmo! Não estamos ficando malucos, veja o trecho abaixo:

"Lionel Messi e companhia estão acostumados a passarem com facilidade pelos adversários dentro de campo, mas nos próximos dias o Barcelona terá um rival difícil de ser driblado fora deles. O vulcão Grimsvötn, o mais ativo da Islândia, entrou em erupção no último sábado e já levanta uma coluna de cinzas de cerca de 15 km." (Globoesporte.com)  

O Portal IG, por sua vez, trouxe uma reportagem na qual verificamos que as cinzas desse vulcão causaram o cancelamento de aproximadamente 250 voos na Europa. Além disso, há a previsão de cancelamento de outros 500. No site há também fotos que mostram os passageiros descansando no chão do aeroporto de Edimburgo, na Escócia. Você já imaginou a quantidade de compromissos que essas pessoas terão que adiar por causa das cinzas do vulcão? 

RESULTADO: Em função de tudo isso, o Barcelona teve que antecipar a sua viagem para Londres, a fim de evitar o caos áreo.

Essas são algumas das provas de que o espaço (com seus vulcões e diversos outros elementos) influencia a vida de mulheres, homens e até do quase invencível time do Barcelona! Mas não se esqueça: nos também deixamos nossas marcas nesse espaço. E de que formas deixamos essas marcas? Pense nisso!

Estudantes, as reportagens sobre o vulcão podem ser lidas nos sites abaixo:


Professoras, professores e graduandos em Geografia: terminamos com uma passagem do professor Kaercher (2000, p 168) que, sem dúvidas, inspirou esta postagem:

"[...]é importante superar a visão do espaço como palco, como suporte de nossa existência mostrando-o como algo dinâmico e extremamente influenciador de nossa vida, mostrando aos alunos que as vivência e reflexões espaciais nos acompanham a todo instante e que dependem de nossa classe social e também de nossa condição de etnia, gênero, religiosidade e outras questões." 

Referência:

KAERCHER, N. Geografizando o jornal e outros cotidianos: práticas em Geografia para além do livro didático. In: CASTROGIOVANNI, Antonio Carlos (Org.). Ensino de Geografia. Práticas e Textualizações no Cotidiano. Porto Alegre: Editora Mediação, 2000. p. 135- 169.

Professora Janete, muito obrigado pela sugestão de pauta.

Higor Mozart. 

segunda-feira, 23 de maio de 2011

"A Geografia faz parte da nossa vida"

A geógrafa Zélia Guedes atua no Instituto Federal da Paraíba e faz um interessante trabalho que une música ao ensino de Geografia. Para conhecer um pouco das estratégias utilizadas por ela clique aqui.

Em tempo: a frase que fornece título a essa postagem faz parte da fala de Zélia Guedes. A geógrafa busca evidenciar que a Geografia se manifesta em nossas vidas de diversas formas, seja no caminho de casa para escola, no ambiente de trabalho, e em diversos outros contextos.


terça-feira, 10 de maio de 2011

Tendências no Ensino de Geografia

Excelente vídeo-aula da disciplina "Didática e o Ensino de Geografia", ministrada por Ana Beatriz Gomes Carvalho – na ocasião em que era professora da Universidade Estadual da Paraíba. Em sua fala Carvalho passa por diversas questões como: dilemas da ciência geográfica; aspecto ideológico da Geografia enquanto disciplina; papel do professor; adequação dos conceitos à realidade dos educandos; correntes geográficas; professores como sujeitos socioculturais, entre muitas outras. Professoras e professores em formação, boa aula e boas reflexões!


Para visitar o endereço da professora (que atualmente desenvolve suas atividades na Universidade Federal de Pernambuco) clique aqui.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Novas diretrizes para o ensino médio: Qual a sua opinião?

"Segundo as novas diretrizes, o ensino médio deve ser estruturado a partir de quatro áreas de atuação - ciência, tecnologia, cultura e trabalho. Em termos práticos, uma escola de uma região turística poderia escolher a área de cultura como eixo de atuação, dando mais espaço na grade às disciplinas de história e geografia, por exemplo. As demais disciplinas também poderiam ser ministradas seguindo esse viés."

O trecho acima foi retirado da reportagem publicada na versão online do Jornal O Estado de São Paulo. O texto veiculado pela Folha.com, por sua vez, destaca que a idéia é flexibilizar o atual modelo curricular, tradicionalmente segmentado em disciplinas que não se intercomunicam. Além disso,  é possível  ler o posicionamento de José Fernandes de Lima, relator das diretrizes do ensino médio, que diz:

"A essência dessa proposta é a definição de uma identidade para o ensino médio. O ensino médio tem que ser entendido como a última etapa da educação básica e, por isso, tem que preparar para a vida. Para isso, ele tem que ser capaz de trabalhar simultaneamente com essas quatro dimensões".

Já na reportagem divulgada pelo Portal IG, há mais um trecho da fala do relator, em que se lê:

"Cada escola ou sistema está liberado para dar mais tempo a uma ou outra área sem se prender a cargas horárias. Tem que ensinar matemática, português e outros conteúdos sim, mas pode ser dentro de um projeto sobre o que for melhor para a comunidade, pode ser uma hora ou 200 horas".

A seguir os endereços para que você possa ler as reportagens mencionadas:

Estadão: Novo ensino médio visa ao mercado de trabalho
Portal IG: CNE aprova diretrizes que flexibilizam ensino médio 
Folha.com: Ensino médio poderá ter currículo mais flexível e maior tempo de duração

Caso queira, após ler as reportagens volte aqui em nosso blog para nos contar a sua opinião. Basta clicar em comentários. Obrigado!

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Geografias Cariocas

Imagem do livro "Geografias Cariocas" de Luciana Sandroni

A parceria entre o Instituto Pereira Passos (IPP) e a Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro resultou no livro "Geografias Cariocas". Voltado para o público infanto-juvenil, o livro aborda a geografia do Rio através da história dos bairros que deram origem ao Carnaval, como é o caso de Gamboa, Saúde e Madureira. Além disso, há informações sobre os pontos turísticos da cidade, como o Pão de Açúcar e o Cristo Redentor, poemas, citações de músicas e ilustrações do filme de animação "Rio".

Vale mencionar que a geografia carioca é parte do currículo de 5º ano na rede municipal de ensino. Segundo Cláudia Costin, secretária de Educação "o Rio tem um peso histórico impressionante, foi capital da República, sede do Império, e as crianças não têm essa dimensão. Estamos dando ênfase em dar instrumentos para o professor ensinar melhor".Boa leitura!

segunda-feira, 28 de março de 2011

Com a palavra, Roberta Sumar, a Geoprofessora

Temos a honra de apresentar a entrevista que realizamos com a professora Roberta Sumar, a idealizadora do Geoprofessora, um blog sobre práticas vinculadas ao ensino de geografia.  Sobre o blog, além dos expressivos números que indicam mais de 400 mil acessos, se evidenciam a qualidade e a seriedade. Sobre a professora, para além da competência e amor pelo que faz, sua atenção é digna de realce, afinal, ela nos atendeu pronta e gentilmente, via email. Acompanhe a entrevista abaixo:  

1) Conte-nos primeiramente, por favor, um pouco de sua trajetória na Geografia. 

Decidi fazer Geografia depois de me formar em técnica em edificações, fazer estágio no Instituto de Planejamento Urbano de Florianópolis – IPUF, no setor de Patrimônio Histórico, e conhecer os geógrafos que trabalham na parte de planejamento urbano. Formei-me em 2006 em licenciatura pela UDESC, Universidade do Estado de Santa Catarina, tenho Especialização em Gestão Educacional e Metodologia do Ensino Interdisciplinar pela UNIESC.  Leciono desde 2006, como professora na rede pública e privada da Grande Florianópolis em Santa Catarina. Os alunos são do ensino fundamental II e médio.

2) Como surgiu a ideia de criação do blog? Desde quando ele está no ar? Como é o funcionamento?

Tenho o blog desde 2007, mas a partir de 2008 que ele está “ativo”. Utilizo-o voltado principalmente à prática de ensino em Geografia, tanto para alunos, quanto para professores, e assuntos relacionados ao espaço geográfico. Gosto de divulgar práticas de ensino que realizei, entre outras informações geográficas. Além de complementar o estudo nas turmas em que estou lecionando.

3) O que mudou depois da criação? Quais são os principais efeitos e limitações que você observa?

Em relação aos alunos percebo que não estão acostumados a usarem internet ou páginas de relacionamento como meio de pesquisa e momento de estudo. Uma das propostas do blog é que eles tenham esse costume em casa, ao conferirem seu Orkut ou email, por exemplo, olhem as atualizações do meu blog. Outro efeito positivo é o fascínio dos alunos em ver os trabalhos feitos em sala publicados na internet, poder conferir o que as outras turmas estão estudando e fazendo, escrever no blog através de comentários as dúvidas ou outros pedidos. Limitações encontrei no arquivamento e publicação de arquivos, mas faço isso através do 4shared.

4) O que seus alunos acham do blog? Como se dá a interatividade?

Os alunos no geral gostam, claro que nem sempre todos têm acesso e tempo para acompanhar, diante da realidade deles (comparando os alunos regulares, nas escolas públicas nem todos tem computador e/ou internet, os da EJA que trabalham o dia inteiro e estudam a noite) há bastantes contrastes. Há alguns alunos mais espertinhos com as novas tecnologias que até criticam, comentam que o layout está desatualizado ou sugerem outras novas possibilidades com os blogs, mas aos poucos vou aprendendo.

5) Em sua opinião quais são as contribuições que a internet pode trazer para a educação? Quais são os desafios e/ou pontos negativos? Há alguma especificidade no que diz respeito à ciência geográfica?

Sobre a internet voltada à educação, sou a favor do livre pensamento e opinião, a internet tem espaço para as pessoas se expressarem e, por afinidade, formarem redes [opção de ‘seguidores’ nos blogs] de blogueiros. Em relação à pesquisa na internet destaco que as pessoas devem estar atentas às páginas e referências que estão utilizando, não se esquecendo de credibilizar os autores. Algo negativo que percebo é que nessas redes de blogueiros, outros professores que também possuem blogs, por falta de conteúdo ou criatividade, não sei, copiam ou divulgam material da minha página sem os devidos créditos. Isso me chateia, e sempre tento chamá-los atenção, ou pelo menos a devida consideração. Em relação aos alunos eles têm o fascínio pelo novo e o moderno, acho que a educação tem que utilizar dessas ferramentas a seu favor. Também percebo de negativo os alunos dispersos e ingênuos nas suas pesquisas na internet.

6) Para você qual é o porquê de se ensinar a Geografia?

A geografia tem a missão de fazer o aluno compreender o seu mundo e o seu papel neste, tornando-o um cidadão critico e participativo. Respondendo a questão anterior, diante das mudanças com os avanços tecnológicos, a expansão capitalista e o mundo globalizado em que vivemos, faz-se necessário que a geografia esteja inserida neste mundo ‘conectado’, analisando os reflexos disto na sociedade e na natureza, ou melhor, no próprio espaço geográfico.

7) De que forma você busca trabalhar as categorias geográficas em suas aulas?

Geralmente no início do ano letivo trabalho de forma mais conceitual as categorias, e ao longo do ano sempre vou pontuando a forma que esses conceitos aparecem nos textos.

8) Com base na sua experiência, quais sãos os principais desafios e dificuldades que um professor enfrenta?

Recentemente estava pensando sobre a realidade dos professores, e cheguei a uma possibilidade: se no ensino superior fosse cobrado como pré-requisito para ser professor a licenciatura e uma experiência docente no ensino regular, acho que ajudaria na formação profissional desses alunos, independentes se serão docentes ou não. Com certeza esses professores de ensino superior teriam uma visão diferente de mundo e que qualquer profissional precisa da escola e da qualidade de ensino (utópico né!?,  rsrs).

9) O que você tem a dizer a outros professores que planejam criar um blog?

Sempre incentivo aos meus colegas a fazerem blogs, hoje em dia se preciso algum material meu é mais fácil encontrá-lo no meu blog do que no meu computador. O blog serve de estímulo e organização do professor e até eleva a qualidade de suas propostas pedagógicas. Sem falar que é um ótimo treino para a escrita e consequente publicação. E também trabalha a auto-estima do professor, reconhecimento por parte de outros colegas, do mundo e de outras pessoas elogiando o seu trabalho, isso é muito bom.

10) Poderia deixar um recado para os bolsistas do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID) que se preparam para, em breve, exercer a docência?  

O que poderia dizer... que aproveitem ao máximo a vida de bolsista, tenho muita saudade desse período. Aproveitem ao máximo esse período para experimentar estratégias de aulas novas, diferentes e ousadas, pois no cotidiano escolar não sobra muito tempo para planejamento e práticas diferenciadas. Para o exercício da docência além de técnicas e ferramentas, é fundamental o conteúdo, ensinar conceitos e depois aplicá-los na realidade dos alunos, a geografia nos permite e exige isso. E acho também que nossos alunos cada vez mais precisam de bons exemplos, aulas bem preparas, afinal, acabou ficando para o professor também ensinar valores e boas condutas!

Professora Roberta Sumar, muito obrigado pela atenção e pelos exemplos!

Acesse o blog dela por aqui.
Boa Navegação!

quinta-feira, 24 de março de 2011

E se Milton Santos tivesse ido ao programa do Jô?

Pode parar de imaginar, pois isso realmente aconteceu, em 1993. Como de costume, o geógrafo levanta questões muito pertinentes e atuais. Descatamos, em especial, suas colocações sobre o ensino de geografia. É interessante refletir que alguns desafios ainda persistem, sobretudo no que diz respeito à distância entre a Geografia Acadêmica e a Geografia Escolar. Sobre este aspecto Milton Santos diz:  "o que está nos faltando é poder abandonar a linguagem da faculdade, o facultês, o universitês, o geografês e, se possível, tentar apresentar os fatos, as realidades, como um enredo [...]". Confira abaixo:




Créditos: Geografia em Perspectiva

sexta-feira, 4 de março de 2011

Como falar de desastres naturais em sala de aula?

"As chuvas torrenciais que assolam o Rio de Janeiro devem se prolongar durante o ano letivo. Mas não em forma de enchentes, e sim como algo a ser lembrado nas aulas de geografia e discutido em sala de aula. Porém, engana-se quem pensa que o foco deve ser sobre fatores climáticos e fenômenos naturais."

O trecho acima foi retirado do Portal Terra que publicou uma reportagem com dicas sobre como abordar desastres naturais em sala de aula. Para ler na íntegra clique aqui.